Unidos da Tijuca

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Unidos da Tijuca

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca é uma escola de samba da Cidade do Rio de Janeiro. A escola é originada a partir de diversos morros da Tijuca, tendo sua sede durante muitos anos no Morro do Borel. Atualmente possui uma quadra comercial localizada na Avenida Francisco Bicalho, no bairro do Santo Cristo, próximo à Rodoviária Novo Rio. Porém esta quadra, ao contrário do que muitos pensam, não é a sede oficial da escola. A oficial permanece no Borel onde ainda são realizados ao menos 3 ensaios anuais, voltados especialmente para a comunidade.

Ficha técnica 2017

Unidos da Tijuca
Informações gerais
Presidente Fernando Horta
Carnavalesco
Comissão de Carnaval Mauro Quintaes
Annik Salmon
Marcus Paulo
Hélcio Paim
Interprete oficial Tinga
Diretor de carnaval Fernando Costa
Diretor de harmonia
Diretor de bateria Mestre Casagrande
Rainha de bateria Juliana Alves
Mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Ruth
Coreógrafo Alex Neoral

História

A agremiação Unidos da Tijuca foi criada a partir da fusão de quatro blocos existentes nos morros da Casa Branca, da Formiga e da Ilha dos Velhacos. Sua fundação ocorreu em 1931, no dia 31 de dezembro, na subida da rua São Miguel, 130, na casa 20. De acordo com os registros, os fundadores foram: Bento Vasconcelos (o líder), Leandro Chagas (organizador e disciplinador), Alcides de Moraes (diretor de harmonia) e seus irmãos e primos com suas famílias, que formavam a base da Escola: Jorge Vasconcelos, Pacífico Vasconcelos, João de Almeida, Ismael de Moraes, Alfredo Gomes, Doralice Caldeira, Hermínia Vasconcelos, Dora de Almeida, Helena de Souza, entre outros.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca é a terceira Escola de Samba mais antiga do Brasil. Seus fundadores tinham como objetivo defender as raízes tradicionais do folclore brasileiro e lutar pelas causas populares.

A Unidos da Tijuca tem o pavão real como símbolo e o azul e o amarelo ouro como cores. Duas histórias justificam a adoção desta identificação. Diz-se que, na época de sua fundação, a Escola primeiramente adotou como símbolo o emblema representando mãos entrelaçadas em união com ramos de café e fumo, em referência ao bairro da Tijuca antigo, com suas plantações. As cores amarelo-ouro e azul-pavão foram adotadas da Casa de Bragança. Outra vertente registra que, em 1931, existia no sopé do morro do Borel a Grande Fábrica de Cigarros, Fumos e Rapé de Borel e Cia. A vistosa figura de um pavão-real, nas cores azul e amarelo ouro, estampava as embalagens de alguns produtos dessa fábrica e tabacaria. No dia da fundação da escola, os moradores do local e adjacências, adotaram o pavão como símbolo e as cores azul e amarelo ouro, em referência ao logotipo da empresa de cigarros do local.

Outra história justifica a inclusão do pavão como símbolo no carro abre-alas da agremiação: em 1983, entre os meses de agosto e setembro, na disputa de samba-enredo para o carnaval de 1984, a Escola se preparava para abrir o desfile do Grupo Especial. O pavão já figurava como símbolo chamativo com as cores da agremiação em camisetas com a propaganda do enredo daquele ano Salamaleikum, a epopéia dos insubmissos malês. Consta que o compositor Carlinhos Melodia sugeriu ao então presidente Luis Carlos Cruz que fosse colocado o pavão no abre-alas, pois o antigo símbolo da Tijuca (duas mãos entrelaçadas e circundadas por dois ramos, um de café e outro de fumo, com as letras UT, abreviação de Unidos da Tijuca) trazia um significado de sofrimento e resistência. A partir daí, atendendo à sugestão do compositor, a Unidos da Tijuca substituiu o símbolo anterior da agremiação e, em 1984, entrou pela primeira vez na Avenida com o pavão.

O empresário português Fernando Horta assumiu a presidência em 1992 pela primeira vez.6 Sob sua gestão, uma nova quadra de ensaios foi inaugurada, no Santo Cristo, zona portuária.7 De acordo com Fernando Horta, essa foi uma medida para atrair recursos para a escola, que assim, poderia ajudar mais a comunidade. Alguns membros da comunidade, no entanto, reclamam da falta de presença da entidade em sua própria quadra, utilizada apenas, segundo estes, pela escola de samba mirim.

Em 1998, homenageou o navegador português Vasco da Gama, além do Clube de Regatas Vasco da Gama, que completava o seu centenário. Nesse ano, foi rebaixada. Mais de uma década depois, o presidente classificaria aquele como "o melhor desfile" e atribuiria o rebaixamento ao fato de os jurados serem flamenguistas e anti-Eurico Miranda.7 Em 1999, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra do carnavalesco Oswaldo, recebendo todas as notas "10", com um belo carnaval e um samba considerado por muitos especialistas como "antológico" e sendo reconduzida ao Grupo Especial.

Em 2000, no carnaval comemorativo dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, apresentou o enredo Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!. Nesta ocasião, após polêmica devido ao uso da imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança e uma cruz, o carnavalesco Chico Spinoza chegou a ser detido e o painel apreendido. O delegado responsável pela operação chegou a dizer que a escola já teria com isso, alcançado seus minutos de fama, já que possivelmente obteria uma má colocação. No entanto, o quinto lugar obtido foi o melhor resultado em quase 50 anos. No ano seguinte, cantou a vida e obra de Nélson Rodrigues, mas não obteve o sucesso do ano anterior.

Em 2002, contou a história da Língua Portuguesa, homenageando os países da CPLP. A escola teve problemas com a última alegoria, que a fez terminar o desfile acima do tempo regulamentar e, com isto, ser punida com 0,2 na apuração, terminando em nono lugar. O ano de 2003, abordou como tema de seu desfile os Agudás, povo africano formado por ex-escravos brasileiros que foram para a África. Um desfile também problemático em diversos quesitos, obteve novamente a nova colocação.

Com a chegada de Paulo Barros, em 2004, a Tijuca surpreendeu e conquistou o vice-campeonato, através de um enredo que falava dos avanços da Ciência, tendo revolucionado a estética dos desfiles ao apresentar alegorias humanas. A Revista Nature destacou a alegoria, cuja atração era a presença de 133 bailarinos, que através dos seus movimentos, formavam uma espiral, representando o DNA.12 Na opinião do então prefeito César Maia, o carro alegórico foi o mais marcante do ano . Em 2005, foi novamente vice-campeã, com um enredo que falava de cidades e reinos do imaginário humano dessa vez ficando a apenas um décimo da campeã Beija-Flor, tendo sido a favorita do público e vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola.

Em 2006, a escola do Morro do Borel entrou como favorita no Sambódromo[carece de fontes] onde realizou um desfile vibrante. O enredo abordava o som, e segundo o carnavalesco, seu desafio seria transformá-l em imagem. O desfile transcorreu perfeitamente[carece de fontes], e a escola ganhou, mais uma vez, o Estandarte de Ouro de melhor escola, porém amargou a sexta colocação. Após o carnaval, Paulo Barros transferiu-se para a Viradouro, sendo substituído pela dupla Lane Santana e Luiz Carlos Bruno

Em 2007, a Tijuca manteve o estilo de Paulo Barros desfilando com o enredo De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida, que falou sobre a fotografia, conquistando a quarta colocação, ainda à frente do Viradouro. No carnaval de 2008, a azul e ouro da Tijuca falou sobre os diferentes tipos de coleções.

No ano seguinte, saindo da linha sobre temas abstratos, apresentou o enredo Uma odisseia sobre o espaço, de autoria de Luiz Carlos Bruno, texto de João Pedro Roriz e samba-enredo de Julio Alves e Totonho, obtendo a 9º colocação. O presidente, naquele ano, reclamou, após o resultado, que a Beija-Flor, ao desfilar antes da Tijuca com um enredo que abordava o banho, espalhou água pela pista, o que teria prejudicado a apresentação dos segmentos, especialmente, do casal de mestre-sala e porta-bandeira. Com o enredo É segredo! e a volta do carnavalesco Paulo Barros no carnaval 2010, a escola quebra o jejum de 74 anos sem o título do Grupo Especial e se torna a campeã do carnaval carioca pela segunda vez levando ainda o Estandarte de Ouro de melhor escola. O maior destaque do desfile foi a comissão de frente, que agradou ao público e fez shows em vários eventos no Brasil.

Para o carnaval de 2011 a escola abordou o medo presente nos filmes com o enredo Esta noite levarei sua alma. Novamente veio na condição de favorita ao título. Na avenida fez um desfile considerado pela crítica como impecáve e com a notória criatividade do carnavalesco Paulo Barros, arrancando gritos de "É campeã!" do público presente. Acabou ficando com o vice-campeonato.

Para o carnaval 2012, num desfile correto e pela primeira vez com um tema mais tradicional, Paulo Barros conquistou o título para a escola ao homenagear Luiz Gonzaga, o "rei do baião". Naquele ano, foi a primeira vez desde 2006 que os compositores Júlio Alves e Totonho não venceram a disputa de samba-enredo interna da escola, vencida pela parceria do compositor Josemar Manfredini .

Em 2013, a escola apresentou um enredo sobre a Alemanha, devido às comemorações do ano da Alemanha no Brasil. Como umas das grandes favoritas ao título, fez um desfile leve, com alegorias de bom gosto, mas obteve um modesto terceiro lugar. Alguns creditam a colocação ao fato de, ao longo de todo o desfile, a escola ter apresentado problemas com o abre-alas, que teve que ser serrado ao final do desfile para poder sair na dispersão. Também houve problemas com o carro da Floresta Encantada, com incêndio e pessoas que desmaiaram.

No ano em que completará duas décadas da morte de Ayrton Senna, a escola levará o tricampeão mundial de Fórmula 1 de volta às pistas. O piloto será tema do enredo "Acelera, Tijuca!", em 2014, na Marquês de Sapucaí. Além de reverenciar Senna, o carnavalesco Paulo Barros mostrará o universo da velocidade e do automobilismo. Fã de Ayrton, o presidente da agremiação, Fernando Horta, revelou que a família de Senna abraçou a ideia e estará diretamente envolvida na pesquisa e no desenvolvimento do enredo. Também durante esse ano, a escola trouxe da campeã de 2013, a Vila Isabel: o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Ruth. com o enredo "Acelera,Tijuca!", homenageando Ayrton Senna, sagrou-se tetracampeã no grupo especial.

Depois do carnaval, Paulo Barros novamente deixou a agremiação, indo dessa vez para a Mocidade. pra isso a escola optou pela equipe que atuava há bastante tempo na agremiação, como: Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim que se juntam ao experiente carnavalesco Mauro Quintaes mais Carlos Carvalho formando a Comissão de Carnaval. já tendo como enredo a Suíça e como pano de fundo, o ex-carnavalesco Clóvis Bornay.

Segmentos

Presidente

Nome Mandato
Fernando Horta 1988-1992
Nelson Nunes Alves 1993-1994
Jorge Pinto da Silva 1995-1996
Fernando Horta 1997-1998
João Paredes 1999
Fernando Horta 2000-atual

Rainhas de bateria

Nome Período
Fábia Borges 1996-2006
Adriane Galisteu 2007 – 2011
Gracyanne Barbosa 2012
Juliana Alves 2013-atual

Enredos

Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco(s) Intérprete
1932 3° lugar 1 N/D Alceu Maranhão
1933 3° lugar 1 O Mundo do Samba Alceu Maranhão
1934 Vice-Campeã 1
1935 5º lugar 1
1936 Campeã 1 Sonhos Delirantes
1937 Não pode desfilar Sonho das Graças
1938 Não ocorreu
1939 6º lugar 1
1940 Não desfilou
1941 Não desfilou
1942 15º lugar 1
1943 1
1944 1
1945 1
1946 7° lugar 1 Anjos da Paz
1947 8° lugar 1 Homenagem à Cascatinha
1948 Vice-Campeã 1 Lei Áurea
1949 6° lugar 1 Proclamação da República
1950 3° lugar 1
1951 6° lugar 1
1952 Não ocorreu concurso Feira de Nazaré
1953 5° lugar 1 Também temos nossos heróis: Caxias, Barroso e Santos Dumont Miguel Moura
1954 11° lugar 1 4° Centenário de São Paulo Miguel Moura
1955 11° lugar 1 Inferno Verde
1956 6° lugar 1 Sinhá Moça
1957 11° lugar 1 Fascinação do Ouro e Diamantes
1958 11° lugar 1 O Patriarca da Independência
1959 16° lugar 1 Bravos e Heroínas
1960 8° lugar 2 Sonho de Bravos
1961 7° lugar 2 Casa-Grande e Senzala
1962 7° lugar 2 Rio Pitoresco
1963 8° lugar 2 Do Oiapoque ao Chuí
1964 4° lugar 2 Homenagem ao Rio Grande do Sul
1965 5° lugar 2
1966 11° lugar 2 O Império em Três Atos
1967 Não Desfilou, falecimento do fundador
1968 3° lugar 2 Danças do Brasil
1969 8° lugar 2 Tijuca sempre jovem
1970 12° lugar 2 Festa da Bahia
1971 10° lugar 2 Quiva e laiá
1972 10° lugar 2 Ganga Zumba
1973 8° lugar 2 Bom dia, café!
1974 15° lugar 2 Petrópolis, nossa flor Serrana
1975 6° lugar 2 Magia Africana no Brasil e seus Mistérios
1976 4° lugar 2 Mundo encantado dos Deuses Afro-Brasileiros Gambazinho
1977 9º lugar 2 Paraíso dos Sonhos Julio Matos e Poti Gambazinho
1978 15º lugar 2 A Praça, sonho, amor e fantasia Orlando Pereira
1979 3º lugar 2A Brasil canta e dança Geraldo Sobreira
1980 Campeã Acesso Delmiro Gouveia Renato Lage Nadinho da Ilha
1981 8° lugar Especial Macobeba - O que dá pra rir dá pra chorar Renato Lage Sobrinho
1982 9° lugar Especial Lima Barreto, mulato pobre, mas livre Renato Lage Sobrinho
1983 10º lugar Especial Devagar com o andor que o santo é de barro Yarema Ostrog Sobrinho
1984 7° lugar Especial Salamaleikum - A epopéia dos insubmissos Malês Luiz Carlos Cruz Sobrinho
1985 Vice-Campeã Acesso Mas o que foi que aconteceu? Sylvio Cunha Nogueirinha
1986 15º lugar Especial Cama, Mesa e Banho de Gato Wany Araújo Nêgo
1987 Campeã Acesso As Três Faces da Moeda Sylvio Cunha Nêgo
1988 11º lugar Especial Templo do Absurdo - Bar Brasil Sylvio Cunha Nêgo
1989 8º lugar Especial De Portugal a Bienal no país do Carnaval Mário Monteiro Nêgo
1990 9º lugar Especial E o Borel descobriu, Navegar foi preciso Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares Nêgo
1991 8º lugar Especial Tá na mesa, Brasil Oswaldo Jardim Nêgo
1992 8º lugar Especial Guanabaram, o Seio do Mar Oswaldo Jardim Nêgo
1993 12º lugar Especial Dança, Brasil Shanghai Vaguinho
1994 14º lugar Especial Só... Rio é Verão Sylvio Cunha Carlinhos de Pilares
1995 12º lugar Especial Os nove bravos do Guarany Oswaldo Jardim Paulinho Mocidade
1996 14º lugar Especial Ganga - Zumbi, expressão de uma raça Lucas Pinto Paulinho Mocidade
1997 11º lugar Especial Viagem pitoresca pelos cinco continentes num jardim Lucas Pinto Serginho do Porto
1998 13º lugar Especial De Gama a Vasco - A epopéia da Tijuca Oswaldo Jardim Serginho do Porto
1999 Campeã Acesso O Dono da Terra Oswaldo Jardim David do Pandeiro
2000 5º lugar Especial Terra dos Papagaios… Navegar foi Preciso Chico Spinoza David do Pandeiro
2001 9º lugar Especial Com Nelson Rodrigues, Pelo Buraco da Fechadura Chico Spinoza Wantuir
2002 10º lugar Especial O sol brilha eternamente sobre o mundo de língua portuguesa Milton Cunha Wantuir
2003 9º lugar Especial Agudas, os que levaram a África no coração, e trouxeram para o coração da África, o Brasil Milton Cunha Nêgo
2004 Vice-Campeã Especial O sonho da criação e a criação do sonho: a arte da ciência no tempo do impossível Paulo Barros Wantuir
2005 Vice-Campeã Especial Entrou por em lado, saiu pelo outro… quem quiser que invente outro! Paulo Barros Wantuir
2006 6º lugar Especial Ouvindo tudo o que vejo, vou vendo tudo o que ouço Paulo Barros Wantuir
2007 4º lugar Especial De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida Lane Santana e Luiz Carlos Bruno Wantuir
2008 5º lugar Especial Vou juntando o que eu quiser, minha mania vale ouro. Sou Tijuca, trago a arte colecionando o meu tesouro Luiz Carlos Bruno Wantuir
2009 9º lugar Especial Tijuca 2009: uma odisséia sobre o espaço Luiz Carlos Bruno Bruno Ribas
2010 Campeã Especial É segredo! Paulo Barros Bruno Ribas
2011 Vice-campeã Especial Esta noite levarei sua alma Paulo Barros Bruno Ribas
2012 Campeã Especial O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão Paulo Barros Bruno Ribas
2013 3º lugar Especial Desceu num raio, é trovoada. O deus Thor pede passagem para mostrar nessa viagem a Alemanha encantada Paulo Barros Bruno Ribas
2014 Campeã Especial Acelera, Tijuca! Paulo Barros Tinga
2015 5º lugar Especial Um conto marcado no tempo. O olhar suíço de Clóvis Bornay Comissão de Carnaval Tinga
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo, Carlos Carvalho e Hélcio Paim
2016 Vice-Campeã Especial Semeando sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado Comissão de Carnaval Tinga
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim
2017 -- Especial Música na alma, inspiração de uma nação Comissão de Carnaval Tinga
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim


Endereço

Avenida Franccisco Bicalho, 47 - Santo Cristo (Leopoldina) - Rio de Janeiro
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Eventos

  • Ensaios aos Sábados, as 22:00 horas.
  • Ensaios as Quintas, as 20:00 horas, na Avenida Venezuela.

Mais informações

Escolas de samba do Rio de Janeiro 2017

Grupo Especial
Domingo: Paraíso do TuiutiGrande RioImperatrizVila IsabelSalgueiroBeija-Flor

Segunda: União da IlhaSão ClementeMocidadeUnidos da TijucaPortelaMangueira
Série A
Sexta: SossegoAlegriaViradouroImpério da TijucaParque CuricicaEstácioSanta Cruz

Sábado:RocinhaCubangoInocentesImpério SerranoUnidos de Padre MiguelRenascerPorto da Pedra
Série B
Terça: Vizinha FaladeiraCaprichososJacarezinhoCabuçuEngenho da RainhaTradiçãoPonteLeãoFavoEm Cima da HoraSanta MartaArameUnidos de Bangu
Série C
Segunda: Vila KennedyArrancoUnião de JacarepaguáBoca de SiriArrastãoLins ImperialVargensVigário GeralUnião de MaricáFlor da MinaCoroadoVila Santa TerezaSerenoLucas
Série D
Domingo: Alegria do VilarDendêVilla RicaMocidade da Cidade de DeusChatubaRosa de OuroManguinhosMocidade de InhaúmaNação InsulanaImpério da UvaDifícil é o NomeTupy de Brás de PinaCosmosAbolição
Série E
Sábado das Campeãs: Feitiço do RioAmarelinhoUnidos do SalgueiroJardim BanguCabralEmbalo CariocaGatoImpério RicardenseChora na RampaColibriBoêmios de InhaúmaPilaresDelírioMadureiraBoi da Ilha
Outros

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