Olimpíadas de 2016

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No dia 2 de outubro de 2009 o Comitê Olímpico Internacional definiu que o Rio de Janeiro irá receber os Jogos Olímpicos de 2016. Muitas intervenções urbanas e investimentos estruturais estão destinados à Cidade Maravilhosa.

Para a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, o governo federal com apoio dos governos estadual e municipal, vai usar a estrutura e a organização montadas para a Copa do Mundo de 2014. A previsão inicial é de que a cidade receba cerca de R$ 23 bilhões de investimentos em infraestrutura, dos quais R$ 11,1 bilhões serão aplicados diretamente para a execução nos jogos.

O planejamento de projetos reúne a organização de um escritório de negócios no Rio com a contratação de uma equipe de apoio para articular oportunidades de investimentos. Serão construídos corredores para a ligação de linhas de ônibus expresso.

Outra proposta é a construir no píer na Praça Mauá, no centro da cidade, área de lazer e entretenimento com 30.000 metros quadrados, englobando quiosques, restaurantes, anfiteatro e espaço multiuso.

Problemas a serem superados

  • Despoluição da Baía de Guanabara - Parte dos compromissos do Estado quando se candidatou para sediar os Jogos Olímpicos, é um problema antigo e de difícil solução. Envolve saneamento básico, educação ambiental, negociação política com prefeituras e grande quandidade de dinheiro público e privado.
  • Plantio de árvores - Também faz parte da lista de compromissos. Existem projetos de reflorestamento e recuperação de áreas verdes associado ao programa de recuperação ambiental da Bacia de Jacarepaguá.
  • Fim dos lixões - Faz parte da nova Lei de Resíduos Sólidos que foi sancionada no final de 2010.
  • Redução da emissões de CO2 - O Estado vem negociando com as empresas que têm sede no Rio uma série de metas para a redução das emissões de gases de efeito estufa mas as novas indústrias que estão sendo instaladas só tendem a agravar o problema.
  • Reciclagem e logística reversa - Depende de um trabalho de educação ambiental junto à população e de parceria com empresas.
  • Serviços ambientais - A CSN, que nunca pagou pelo uso das águas do Rio São Francisco, começou a pagar recentemente.
  • Trem-bala - Sob alçada do governo federal, ligará o Rio a São Paulo e Campinas (no interior paulista), com conclusão prevista até 2015. O financiamento estimado é R$ 20 bilhões, mas as obras devem chegar a um total de R$ 34,6 bilhões.
  • Pré-sal - Apesar da geração de riquezas, o pré-sal pode contribuir para o aumento de emissões de CO2.
  • Construções sustentáveis - É preciso incentivar construções que reduzam o consumo de energia, reaproveitem a água e reciclem os entulhos.

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